domingo, 28 de fevereiro de 2010

Tim Buckley - Phantasmagoria in Two

O sobrenome deste cidadão não é mera coincidência. Ele é o pai do Jeff Buckley. E ele é mais impressionante do que o filho. E ele também morreu muito jovem.
Sua discografia é bem extensa, daí ainda estou me habituando com a mesma, mas destaco essa canção que, aliás, foi a primeira dele que me apresentaram.
Um folk belíssimo, psicodélico, que não teria essa atmosfera sombria se interpretada por outra pessoa, muito claro isso.
Ela se encontra no segundo álbum do Tim, o Goodbye and Hello, de 1967.
Como podemos perceber, aquele foi um ano indescritível, pela quantidade de geniais obras lançadas.



If a fiddler played you a song, my love
And if I gave you a wheel
Would you spin for my heart and loneliness
Would you spin for my love

If I gave up all of my pride for you
And only loved you for now
Would you hide my fears and never say
"Tomorrow I must go"

(chorus) Everywhere there's rain my love
Everywhere there's fear

If you tell me a lie I'll cry for you
Tell me of sin and I'll laugh
If you tell me of all the pain you've had
I'll never smile again

(chorus)

I can plainly see that our parts have changed
Our sands are shifting around
Need I beg to you for one more day
To find our lonely love

(chorus)

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Nick Cave - Into my Arms

Hoje trago uma canção que, seguramente, está entre as mais tristes que já ouvi, se não for a pioneira mesmo, nesse quesito.
Não vou me estender em comentários sobre a mesmo, apenas assistam e ouçam!
A canção faz parte do álbum The Boatman's Call, de 1997, da discografia do Nick Cave and the Bad Seeds.



I don't believe in an interventionist God
But I know, darling, that you do
But if I did I would kneel down and ask Him
Not to intervene when it came to you
Not to touch a hair on your head
To leave you as you are
And if He felt He had to direct you
Then direct you into my arms

Into my arms, O Lord, into my arms
Into my arms, O Lord, into my arms
Into my arms, O Lord, into my arms
Into my arms, O Lord, into my arms
Into my arms, O Lord, into my arms
Into my arms, O Lord, into my arms

And I don't believe in the existence of angels
But looking at you I wonder if that's true
But if I did I would summon them together
And ask them to watch over you
To each burn a candle for you
To make bright and clear your path
And to walk,like Christ, in grace and love
And guide you into my arms

Into my arms, O Lord, into my arms
Into my arms, O Lord, into my arms

But I believe in Love
And I know that you do too
And I believe in some kind of path
That we can walk down, me and you
So keep your candles burning
And make her journey bright and pure
That she will keep returning
Always and evermore

Into my arms, O Lord, into my arms
Into my arms, O Lord, into my arms
Into my arms, O Lord, into my arms

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cordel do Fogo Encantado - O Palhaço Do Circo Sem Futuro

Ontem fiquei sabendo de uma triste notícia, o fim de uma das melhores bandas do cenário musical contemporâneo de Pernambucano, o Cordel do Fogo Encantado.
A banda surgiu após a abertura de Recife, pro cenário Nacional, graças ao Chico Science e sua Nação Zumbi, e junto com elas, outros estados também passaram a produzir outras bandas interessantes, como a Paraíba, que apresentou a Cabruêra ao Mundo.
Segundo o líder e vocalista do Cordel, Lirinha, a banda chegou numa decisão pacífica, onde cada membro vai seguir seu caminho.
O Cordel deixou três álbuns em sua discografia, dois muito bons e um regular e a canção que trago hoje é a que mais gosto deles, presente no segundo álbum, o homônimo O Palhaço do Circo Sem Futuro, de 2002. Pra mim o melhor dos três.
Mesmo não sendo uma banda que eu ouvisse incessantemente, me alegrou bastante tê-los visto no palco, ao vivo, quatro vezes.
Sem dúvidas uma perda considerável para a nossa música.



Sou palhaço do circo sem futuro
Um sorriso pintado a noite inteira
O cinema do fogo
Numa tarde embalada de poeira
Circo pegando fogo
Circo pegando fogo
Circo pegando fogo
Circo
(Palhaçada)
Circo pegando fogo
Circo pegando fogo
Circo pegando fogo
Circo
(Palhaçada)

Sou palhaço do circo sem futuro
Um sorriso pintado a noite inteira
O cinema do fogo
Numa tarde embalada de poeira
Circo pegando fogo
Circo pegando fogo
Circo pegando fogo
Circo
(Palhaçada)
Circo pegando fogo
Circo pegando fogo
Circo pegando fogo
Circo
(Palhaçada)

E a lona rasgada no alto
No globo os artistas da morte
E essa tragédia que é viver, e essa tragédia
Tanto amor que fere e cansa

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Eddie Vedder - Society

Hoje conversava com uma amiga sobre o filme Into the Wild, do Sean Penn, de 2007, que teve como mentor da trilha sonora, o vocalista e líder do Pearl Jam, Eddie Vedder.
O filme ainda não vi, mas já me deram excelentes indicações, porém a trilha é maravilhosa. Todas as canções redondinhas, em sua maioria uma fusão de folk com rock, ou às vezes uma dessas vertentes isoladas, mas uma obra realmente muito bem feita, mostrando que o Eddie é realmente diferenciado dentro da banda, seja na composição de letras, nas melodias fáceis de tornarem-se hits, nos arranjos e, claro, na interpretação. Porém no disco, das 11 faixas, duas não foram exclusivamente dele, e uma delas é justamente a que mais me marcou, essa que eu trouxe aqui hoje, originalmente composta por Jerry Hannan. Ela é linda do início ao fim, tem um solo de violão simples e mágico, lá pelo meio, e tem o Vedder inspiradíssimo, naquilo que mais ele sabe fazer, cantar.
Estou ansioso para ver esse filme, pois se tiver pelo menos 70% da qualidade desse disco, já me valerá muito à pena.



Oh, it's a mystery to me
We have a greed with which we have agreed
And you think you have to want more than you need
Until you have it all you won't be free

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...

When you want more than you have
You think you need...
And when you think more than you want
Your thoughts begin to bleed
I think I need to find a bigger place
Because when you have more than you think
You need more space

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...

There's those thinking, more-or-less, less is more
But if less is more, how you keeping score?
Means for every point you make, your level drops
Kinda like you're starting from the top
You can't do that...

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...

Society, have mercy on me
Hope you're not angry if I disagree...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Kings of Convenience - I Don't Know What I Can Save You From

Logo que eu soube da notícia do show do A-HA, saí caçando alguns vídeos na internet e me deparei com essa banda, também norueguesa, fazendo uma versão pra clássica Manhattan Skyline e fiquei impressionado com a qualidade dos caras.
Não deu outra, busquei tudo sobre a banda, consegui a discografia (apenas três álbuns) e já me apaixonei por essa canção, que ta no primeiro disco deles, o Quiet Is the New Loud, de 2001.
A banda, que na verdade é uma dupla, se resume a um folk muito bem trabalhado, com uma virtuosidade notável nos violões e um vocal muito bem qualificado. A influência da nossa Bossa Nova se faz presente além, claro, de elementos importantes do folk no passado, como Nick Drake.



You called me after midnight,
it must have been three years since we last spoke.
I slowly tried to bring back,
the image of your face from the memories so old.
I tried so hard to follow,
but didn't catch a half of what had gone wrong,
said "I don't know what I can save you from."
I don't know what I can save you from.
I asked you to come over,
and within half an hour,
you were at my door.
I had never really known you,
but I realized that the one you were before,
had changed into somebody for whom
I wouldn't mind to put the kettle on.
Still I don't know what I can save you from.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Kronos Quartet - Requiem for a Dream Theme

Como semana passada postei o tema de um filme, hoje repito a dose, trazendo uma canção simplesmente fantástica, tema do filme Requiem for a Dream, de 2000, dirigido por Darren Aronofsky.
O filme em si não é lá essas maravilhas todas (eu até gostei), mas esses violinos parecem rasgar a alma de quem os ouve, pela forma suplicante com que eles expressam essa mistura de tristeza e crueldade durante todo o seu crescimento na canção.
A composição é do músico britânico Clint Mansell e a execução e de um quarteto de cordas, Californiano, chamado Kronos Quartet.


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Jorge Ben - Por Causa de Você Menina

Sexta fui ao Centro Histórico, aqui em João Pessoa, mais precisamente na Praça Antenor Navarro, curtir o show de uma banda local, chamada Sonora Samba Groove e me deparei com uma versão maravilhosa deles, para esta que eu considero uma das mais belas canções nacionais, da autoria de Jorge Ben.
Esse ano foi bastante especial, pois tive o prazer de vê-lo cantar aqui na minha cidade, num show que deu abertura ao Festival chamado Estação Nordeste. Claro que ele tocou essa canção pra nós e durante alguns minutos foi gostoso senti-la como se estivesse na época de seu lançamento, em 1963, no primeiro disco da carreira do Ben, o espetacular Samba Esquema Novo.




Por causa de você bate em meu peito
Baixinho, quase calado
Coração apaixonado por você

Menina... Menina que não sabe quem eu sou
Menina que não conhece o meu amor

Pois você passa e não me olha
Mas eu olho pra você

Você não me diz nada
Mas eu digo pra você

Você por mim não chora
Mas eu choro por você(2x)

Pois você passa e não me olha
Mas eu olho pra você

Você não me diz nada
Mas eu digo pra você

Você por mim não chora
Mas eu choro por você(2x)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Midlake - Some of Them Were Superstitious

Fica complicado deixar de postá-los por aqui, quando essa é claramente a banda que mais ouço, diariamente, nos últimos meses.
Essa canção é do primeiro disco, o regular Bamnan and Slivercork, de 2004, que se não é uma maravilha, tem canções interessantíssimas como essa, com uma sonoridade pra lá de esquisita, alguns elementos da instrumentação, muito bem trabalhados e melodia impecável.
O vídeo eu não sei do que se trata, mas quem quiser comentar algo sobre ele, me deixará muito grato.



Some of them were superstitious sitting with their backs facing the orchard.
all of them with mittens on their hands and feet were waiting there for winter.
thousands on the freeze, well i could never join them there.
and we dare not bother, but couldn't help but holler yeah. there's no use in hiding the joy from the bright of sun.
i could wait for winter. b
etter if it never comes.

Some of them were superstitious watching them parade around the townsquare.
some of them were praising while cold and simply cause they don't know better.
someone to protect them.
someone to keep track of them.
no, i don't believe them.
i would rather holler yeah.
there's no use in hiding the joy from the bright of sun. now you say you're leaving but leaving will just bring you down.

Can you operate machines like that? miles a day on tough terrain and grass.
i'm not sure if we will meet again.
i guess it depends on which company you're in.
oh wait.
you're gone.
you're gone. so soon. so soon. so long.
but life it hurts for someone.
and you're someone. so soon. so soon. so long.
and when you're gone, you're gone. and life it hurts for someone.
you're someone x3

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Riz Ortolani - Cannibal Holocaust Theme

Hoje é uma postagem pra lá de inusitada, primeiro porque não se trata de uma banda ou artista de minha admiração, por sua discografia ou coisa do gênero, mas sim da música tema de um filme que ainda não tive coragem de assistir, por diversos motivos, mas que tem me fascinado cada dia mais, pelo que leio e assisto em cada pesquisa que faço, seja em fotos, vídeos ou opiniões de cinéfilos do Mundo inteiro.
Há quem o conteste, há quem o ame, não importa, o importante é que Cannibal Holocaust definitivamente não me sai da mente e sua canção tema, composta por Riz Orlani, é uma trilha sonora minha quase que diária, quando sento aqui de frente pro PC.
Em breve vou assití-lo, até onde conseguir.
Desejem-me boa sorte!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Jet - Are You Gonna Be My Girl?

Outra música que tocou bastante em meu Carnaval foi essa interessantíssima canção da banda australiana Jet. Uma canção perfeita pra dançar com uma garota, pela energia que ela possui em seu conjunto, num ritmo que remete bastante aos primórdios do rock, lá pelos anos sessenta. O vocal é bem característico e sutilmente agressivo, as guitarras contribuem nessa essência instigante e o baixo dá aquela marcação que impede que ousemos ficar parados.
Para encontrá-la, basta buscá-la no primeiro disco da banda, o Get Born, de 2003.



Go!!

So 1,2,3, take my hand and come with me
Because you look so fine
And i really wanna make you mine.

I say you look so fine
That i really wanna make you mine.

Oh, 4,5,6 c´mon and get your kicks
Now you dont need that money
When you look like that, do ya honey.

Big black boots,
Long brown hair,
She´s so sweet
With her get back stare.

Well i could see,
You home with me,
But you are with another man, yeah!
I know we,
Ain´t got much to say,
Before i let you get away, yeah!
I said, are you gonna be my girl?

Well, so 1,2,3, take my hand and come with me
Because you look so fine
And i really wanna make you mine.

I say you look so fine
That i really wanna make you mine.

Oh, 4,5,6 c´mon and get your kicks
Now you dont need that money
With a face like that, do ya.

Big black boots,
Long brown hair,
She´s so sweet
With her get back stare.

Well i could see,
You home with me,
But you are were with another man, yeah!
I know we,
Ain´t got much to say,
Before i let you get away, yeah!
I said, are you gonna be my girl?

Oh yea. oh yea. c´mon!
I could see,
You home with me,
But you are were with another man, yeah!
I know we,
Ain´t got much to say,
Before i let you get away, yeah!
Uh, be my girl.
Be my girl.
Are you gonna be my girl?! yeah!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Kings Of Leon - Molly's Chambers

Outra música que ouvimos bastante nesse Carnaval foi essa, de uma banda que estréia aqui no blog, a badaladíssima Kings of Leon, que tem em sua sonoridade aquilo que se rotula como sendo Southern Rock, ou simplesmente um rock alternativo, com influências do country e do blues, e no caso deles, um vocal bem característico, que a princípio não me agradou muito, mas hoje ouço tranquilamente.
A música está no primeiro disco da banda, o Youth and Young Manhood, de 2003 e confesso que ela me lembra bastante algumas coisas que ouvi com o Morphine, mas obviamente sem guitarras.



Free- is all that she could bleed
That's why'll she'll never stay
White- bare naked in the night
Just lookin' for some play
Just another girl that wants to rule the world
Any time or place
And when she gets into your head
You know she's there to stay

You want it
She's got it
Molly's Chambers gonna change your mind
She's got your
Your pistol
Molly's Chambers gonna change your mind
Molly's Chambers gonna change your mind

Slow- She's burnin' in your soul
With whispers in your ear
It's okay I'll give it anyway
Just get me out of here
You'll plead- you'll get down on your knees
For just another taste
And when you think she's let you in
That's when she fades away

You want it
She's got it
Molly's Chambers gonna change your mind
She's got your
Your pistol
Molly's Chambers gonna change your mind
Molly's Chambers gonna change your mind

You want it
Oh she's got it
Molly's Chambers gonna change your mind
She's got your
Your pistol
Molly's Chambers gonna change your mind
You want it
She's got it
Molly's Chambers gonna change your mind
She's got your
Your pistol

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

The Ramones - Surfin' Bird

Hoje começo uma saga das canções que mais ouvi nesse Carnaval, para que vocês possam ter idéia de como foram "tradicionais" esses dias.
Hoje começo com Ramones.
Creio que eu deva ter ouvido essa música umas quinze vezes nesses últimos quatro dias, seja bebendo com amigos, em vários locais diferentes, ou simplesmente guiando o carro.
A canção original é do Trashmen, do álbum homônimo Surfin' Bird, de 1964, e os Ramones a gravaram em seu melhor disco, o Rocket to Russia, de 1977.



Well everybody's heard about the bird

Bird, bird, bird,
Bird is the word!

Don't you know about the bird?
Well, everybody knows that the bird is the word!

Bird, bird, bird, bird is the word!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Interpol - C'mere

Primeira aparição deles aqui no blog, inclusive bem atrasada, pois tenho uma admiração gigante pelo som desses caras.
A banda é de Nova Iorque e faz parte do cenário indie recente de lá. As influências são antigas, como Joy Division, New Order e Pixies e possui uma proximidade com a sonoridade de bandas recentes, como os Strokes.
Eu particularmente tenho como diferencial positivo, o vocal do Paul Banks e a sonoridade sombria que eles imprimem em suas canções, sem perder a pegada bem dançante.
A canção é do segundo álbum, o Antics, de 2004.



It's way too late to be this locked inside ourselves
The trouble is that you're in love with someone else
It should be me.
Oh, it should be me

Your sacred parts, your getaways
You come along on summer days
Tenderly,
Tastefully

And so may we make time
To try to find somebody else
This place is mine

You said today you know exactly how I feel
I had my doubts, little girl, I'm in love with something real
It could be me, that's changing!

And so may we make time
We try and find somebody else who has a line

Now seasoned with health
Two lovers walk a lakeside mile
Try pleasing with stealth, rodeo
See what stands long ending fast

Oh, how I love you in the evenings,
When we are sleeping
We are sleeping. Oh, we are sleeping

And so may we make time
We try to find somebody else who has a line

Now seasoned with health
Two lovers walk a lakeside mile
Try pleasing with stealth, rodeo
See what stands long ending fast

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Midlake - Head Home

Mais uma vez o Midlake, dessa vez com a terceira faixa do The Trials of Van Occupanther, de 2006.
Ela faz parte das três canções que compõem a genial tríade que abre esse disco. Ainda falta trazer a faixa dois, mas isso fica pra outro dia.



No-one seems to be around today
They must've all gone off without me again
I think I'll head home

Maybe I'll find them gathered 'round my doorstep
Oh, to sleep in a comfortable bed
I think I'll head home

No-one seems to be around today
They must've all gone off without me again
I think I'll head home
I think I'll head home

Bring me a day full of honest work
and a roof that never leaks
I'll be satisfied

Bring me the news all about the town
How it struggles to help all the farmers out
During harvest time

But there's someone I'd like to see
She never mentions a word to me
She reads Leviathan

I think I'll head home
I think I'll head home
I think I'll head home

Bring me a day full of honest work
and a roof that never leaks
I'll be satisfied

Bring me the news all about the town
How it struggles to help all the farmers out
During harvest time

But there's someone I'd like to see
She never mentions a word to me
She reads Leviathan

I think I'll head home
I think I'll head home
I think I'll head home
I think I'll head home

I think I'll head home
I think I'll head home
I think I'll head home
I think I'll head home

domingo, 14 de fevereiro de 2010

The Middle East - Blood

Hoje, ao garimpar pela internet, descobri mais outra grande banda, o Middle East, da Australia.
É meio complicado rotulá-los, pois em sua essência detectamos uma sonoridade folk, às vezes post-rock, mas indie no geral, se melhor fôssemos classificá-los.
Ainda não cheguei a detectar com que isso se pareça, dentre os grandes nomes do passado, mas sinto uma sutil semelhança com nomes atuais como Midlake e Fleet Foxes.
A banda não chegou a lançar um álbum propriamente dito, mas tem um EP maravilhoso, intitulado The Recordings of the Middle East, gravado e lançado, parcialmente, em 2008, mas remasterizado e lançado novamente em 2009.
Essa canção é sublime e o clipe é paralisante.
Divirtam-se!



older brother, restless soul, lie down
lie for a while with your ear against the earth
and you'll hear your sister sleep talking
say "your hair is long but not long enough to reach
home to me
but your beard
someday might be"

and she'll wake up in a cold sweat on the floor
next to a family portrait drawn when you were four
and beside a jar of two cent coins that are no good no more
she'll lay it aside

older father, weary soul, you'll drive
back to the home you made on the mountainside
with that ugly, terrible thing
those papers for divorce
and a lonely ring
a lonely ring
sit on your porch
and pluck your strings

and you'll find somebody you can blame
and you'll follow the creek that runs out into the sea
and you'll find the peace of the Lord.

grandfather, gentle soul, you'll fly
over your life once more before you die
since our grandma passed away
you've waited for forever and a day
just to die
and someday soon
you will die

it was the only woman you ever loved
that got burnt by the sun too often when she was young
and the cancer spread and it ran into her body and her blood
and there's nothing you can do about it now

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Midlake - Roscoe

Já os apresentei pra vocês, creio que saibam que esta é, seguramente, uma das bandas mais espetaculares que já ouvi na vida e que esta é, sem pestanejar, uma das canções mais maravilhosas que já tive o prazer de ouvir.
A postagem de hoje, me é especial demais pela identificação que adquiri com o Midlake, em especial com Roscoe, que abre de forma estonteante a primeira obra-prima da banda, o álbum The Trials of Van Occupanther, de 2006.



Stonecutters made them from stones
Chosen specially for you and I
Who will live inside
The mountaineers gathered tender
Piled high
In which to take along.
Driving many miles, knowing they'd get here.

When they got here, all exhausted
On the roof leaks they got started
And now when the rain comes
We can be thankful

Ooh aah ooh
When the mountaineers
Saw that everything fit, they were
Glad and so they took off

Thought we were devoid
A change or two
Around this place
When they get back they're all mixed up with no one to stay with

The village used to be all one really needs
That's filled with hundreds and hundreds of
Chemicals that mostly surround you
You wish to flee but it's not like you
So listen to me, listen to me

Oh, oh, oh and when the morning comes,
We will step outside
We will not find another man inside
We like the newness, the newness of all
That has grown in our garden soaking for so long

Whenever I was a child I wondered what if my name had changed into something more productive like Roscoe
Been born in 1891
Waiting with my Aunt Rosaline

Thought we were devoid
A change or two
Around this place
When they get back they're all mixed up with no one to stay with

1891
They looked around the forest
They made their house from cedars
They made their house from stones

Oh, they're a little like you, and
They're a little like me
When they're falling me

Thought we were devoid
A change or two
Around this place
(This place)
(This place)

When they get back they're all mixed up with no one to stay with
(When they get back they're all mixed up with no one to stay with)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Jackson C. Frank - Blues Run The Game

Uma mistura de uma bela voz, serena, regida por um violão de caracteríticas idem, ou seja, uma bela obra do bom, velho e tradiconal folk americano.
Jackson C. Frank é um nome a ser lembrado sempre, e a explicação para isso está nessa canção, presente em seu único disco em vida, o maravilhoso Jackson C. Frank, de 1965.



Catch a boat to England baby
Maybe to Spain
Wherever I have gone
Wherever I've been and gone
Wherever I have gone
The blues are all the same

Send out for whiskey baby
Send out for gin
Me and room service honey
Me and room service babe
Me and room service
Well we're living a life of sin

When I'm not drinkin' baby
You are on my mind
When I'm not sleepin' honey
When I ain't sleepin' mama
When I'm not sleepin'
You know you'll find me crying

Try another city baby
Another town
Wherever I have gone
Wherever I've been and gone
Wherever I have gone
The blues come followin' down

Livin' is a gamble baby
Lovin's much the same
Wherever I have played
Whenever I've thrown them dice
Wherever I have played
The blues have run the game

Maybe tomorrow honey
Some place down the line
I'll wake up older
Some place down the line
I'll wake up older
So much older mama
I'll wake up older
And I'll just stop all my trying

Catch a boat to England baby
Maybe to Spain
Wherever I have gone
Wherever I've been and gone
Wherever I have gone
The blues are all the same

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Elvis Presley - Tender Feeling

Uma das mais belas canções que já ouvi, interpretada pela mais bela voz masculina que o Mundo já viu. É paralisante essa fusão!
A canção é composta por Bill Giant, Bernie Baum e Florence Kaye e pode ser encontrada na compilação Burning Love and Hits from His Movies, de 1972, ou em sua primeira aparição, na trilha do filme Kissin' Cousins, de 1964, onde Elvis atua ao lado de Yvonne Craig, essa belíssima garota que aparece nesse slideshow.
A direção foi de Gene Nelson.




I can’t conceal the tender feeling
Now that you are close to me
I look at you with tender feeling
And can’t help kiss you tenderly

I offer you a true devotion
All life through my love I vow
For this is real, this sweet emotion
This tender feeling I have now

Somehow I knew from the moment our lips first met
You’d be the girl I could never forget
No other love could be appealing
I loved you right from the start
And with each kiss I’ll keep revealing
The tender feeling in my heart

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

The Flaming Lips - Seven Nation Army

Hoje é mais um dia de trazer um cover bem interpretado, e lhes garanto que esses é um dos melhores que já vi: The Flaming Lips, executando Seven Nation Army, do White Stripes, presente no melhor álbum deles, o Elephant, de 2003.
O respeito pela originalidade da canção foi mantido, além do acréscimo psicodélico, marca registrada do Flaming Lips.
A espetacular performance do Wayne Coyne é espetacular. Vale à pena conferir!



I'm going to fight them off
A seven nation army couldn't hold me back
They're gonna rip it off
Taking their time right behind my back
And I'm talking to myself at night
Because I can't forget
Back and forth through my mind
Behind a cigarrette.

And the message coming from my eyes
Says leave it alone.

Don't want to hear about it
Every single one's got a story to tell
Everyone knows about it
From the Queen of England to the hounds of hell
And if I catch it coming back my way
I'm gonna serve it to you
And that ain't what you want to hear,
But that's what I'll do.

And the feeling coming from my bones
Says find a home.

I'm going to Wichita
Far from this opera for evermore
I'm gonna work the straw
Make the sweat drip out of every pore
And I'm bleeding, and I'm bleeding, and I'm bleeding
Right before the Lord
All the words are gonna bleed from me and I will think
No more.

And the stains coming from my blood
Tell me go back home.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Del Shannon - Runaway

Del Shannon é um artista americano, surgido no início da década de 60, naquela fase áurea do rock 'n roll, apesar dele ter em suas canções, algo mais direcionado ao country rock.
Essa música eu conheci na voz do Elvis, então decidi pesquisar de quem era, chegando até o Shannon (que a gravou em 1961, na verdade seu primeiro single) automaticamente me encantando pela interpretação do mestre da autoria.
O vídeo é muito interessante, mesmo sendo simples, tecnicamente, porém rico em essência. Assistindo-o, eu pude sentir, mais uma vez, aquela saudade por algo nunca vivido (aquela nostalgia incompreensível), com aquelas garotas ao redor da mesa, talvez demonstrando um pouco da "inocência" daquela época, trazendo uma atmosfera que remete diretamente à serenidade e às mensagens de amor que a música transmitia durante toda aquela fase, principalmente nas canções de rock 'n roll.



As I walk along I wonder
what went wrong with our love
a love that was so strong
And as I still walk on I think of
the things we've done together
while our hearts were young

I'm a-walkin' in the rain
tears are fallin' and I feel the pain
Wishin' you were here by me
to end this misery
And I wonder, I wo-wo-wo-wo-wonder
Why, why-why-why-why-why she run away
And I wonder, where she will stay
My little runaway, run-run-run-run runaway

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dean Martin - Gentle On My Mind

Seguramente a melhor versão que já ouvi para essa canção, e olha que nomes como Elvis Presley e Frank Sinatra, já interpretaram-na, mas com o Martin ela flui de forma mais envolvente.
O estilo, para quem não está muito habituado, é mais conhecido como Big Band, que consiste numa expressão que indica um grande grupo instrumental associado ao jazz, muito comum dos anos 20 aos anos 50, período que ficou conhecido como a Era do Swing.
A canção faz parte dos singles de 1969 do Dean.



It's knowing that your door is always open and your path is free to walk
That makes me tend to leave my sleeping bag rolled up and stashed behind your couch
And it's knowing I'm not shackled by forgotten words and bonds
And the ink stains that have dried up on some line
That keeps you in the back roads by the rivers of my memory
That keeps you ever gentle on my mind

It's not clinging to the rocks and ivy planted on their columns now that binds me
Or something that somebody said because they thought we fit together walking
It's just knowing that the world will not be cursing or forgiving when I walk along some railroad track by the rivers of my memory
And for hours you're just gentle on my mind

Well I dip my cup of soup back from the gurgling crackling caldron in some train yard
My beard a roughening coal pile and a dirty hat pulled low across my face

Cupped hands 'round a tin can
I pretend I hold you to my breast and find that you're waving from the back roads by the river of my memory
Ever smiling ever gentle on my mind

domingo, 7 de fevereiro de 2010

John Lennon, Keith Richards, Eric Clapton & Mitch Mitchel - Yer Blues

Em uma de minhas garimpadas pela internet, me deparei com esse vídeo e passei cerca de trinta minutos assistindo, repetidamente, tentando assimilar tamanha proeza, mas até agora não me caiu a ficha e, depois de muito esforço, consegui me perdoar por nunca ter visto isso antes, ou seja, postei aqui sem pestanejar.
Porra, John Lennon, Keith Richards, Eric Clapton e Mitch Mitchell, juntos, executando Yer Blues, é inexplicável!
Uma das mais maravilhosas canções dos Beatles, presente no White Album, de 1968.
Como meu inglês é fraco, não consegui identificar o que se passa no diálogo entre Lennon e Jagger, no início do vídeo, portanto agradeço a quem postar a tradução, em meu espaço para comentários.



Yes, I'm lonely
Wanna die
Yes, I'm lonely
Wanna die
If I ain't dead already
Ooh! Girl you know the reason why

In the morning
Wanna die
In the evening
Wanna die
If I ain't dead already
Ooh! Girl you know the reason why

My mother was up the sky,
My father was up the earth,
But I am up the universe
And you know what it's worth

I'm lonely
Wanna die
If I ain't dead already
Ooh! Girl you know the reason why

The eagle picks my eye
The worm he licks my bone
I feel so suicidal
Just like Dylan's Mr. Jones

Lonely!
Wanna die
If I ain't dead already
Ooh! Girl you know the reason why

Black cloud crossed my mind
Blue mist round my soul
Feel so suicidal
Even hate my rock and roll

Wanna die
Yeah! Wanna die
If I ain't dead already
Ooh! Girl you know the reason why

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Frank Sinatra - Something

Aproveitando o foco da última postagem, que teve como tema uma homenagem a uma canção dos Beatles, hoje repito a dose, trazendo uma das maiores vozes que o Mundo já conheceu, Frank Sinatra, interpretando Something, do George Harrison, canção original do álbum Abbey Road, de 1969.
Sinatra não poupa classe e virtuosismo nessa interpretação jazzística, assim como sua orquestra.
Indiscutivelmente uma apresentação épica.
(O detalhe engraçado, por trás dessa canção, vinculada à voz do Frank, e que ele, em determinado momento de sua vida, afirmara que esta era a mais bela canção da dupla Lennon/McCartney, mas nesse vídeo ele traz corretamente o nome do autor da obra.



Something in the way she moves
Attracts me like no other lover
Something in the way she woos me

I don't want to leave her now
You know I believe and how

Somewhere in her smile she knows
That I don't need no other lover
Something in her style that shows me

I don't want to leave her now
You know I believe and how

You're asking me will my love grow
I don't know, I don't know
You stick around now it may show
I don't know, I don't know

Something in the way she knows
And all I have to do is think of her
Something in the things she shows me

I don't want to leave her now
You know I believe and how

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ozzy Osbourne - In My Life

A postagem de hoje é pra lá de especial, tanto pela homenagem prestada, pois reverencia ninguém menos do que os Beatles, quanto por aquele (ou aqueles) que foi o responsável por tamanha proeza, ninguém menos que Ozzy Osbourne, acompanhado de grandes músicos, como Slash e Mike Bordin.
A canção original é do sexto álbum do Fab Four, o Rubber Soul, de 1965.
Deve ter sido estranho para músicos tão acostumados com riffs e pegadas velozes, além de arranjos agressivos, executarem uma canção tão serena, mas confesso que adorei.
A orquestra, ao fundo, complementa o que o George Martin fizera na versão original da canção.



There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.

All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I've loved them all.

But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.

Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.

Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.
In my life I'll love you more.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Gorky's Zygotic Mynci - Sometimes The Father Is The Son

Hoje é dia de mais estréia aqui no blog.
Conheci essa banda Galesa em 2007, creio eu, ouvindo seu sexto álbum e instantaneamente três coisas me tocaram: a harmonia de suas canções, o uso de instrumentos que desconheço e o sotaque inglês, extremamente forçado.
Fui atrás de mais coisas e consegui todos os álbuns, adquirindo certa autoridade para formular críticas sobre o trabalho do grupo, então hoje gostaria de destacar essa bela e triste canção, que faz parte de seu quarto disco, o Barafundle, de 1997. O disco não completamente uma obra-prima, tem altos e baixos, mas essa canção por si só faz dele um disco especial.
Sintam a sincronia dos vocais e os diversos instrumentos de cordas, ao fundo: Arrepiante!



All that's safe to hear
Is collapsing around your ears
With a foundering return in the morning

Watch the Irish sea
Going out but it never takes me

Easy and free
To be whatever you want to be
Sometimes the father is the son

There's no reason to kill
But there's a reason to die
With a foundering return in the morning

Watch the Irish sea
going out but it never takes me

Easy and free
To be whatever you want to be
Sometimes the father is the son

Easy and free
To be whatever you want to be
Sometimes the father is the son

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A-HA - Scoundrel Days

Como ta chegando cada vez mais perto o show do A-HA, em Recife, então vez ou outra vou fazer umaa postagens por aqui, referentes a eles, ok?
Pra abrir essa saga, uma das canções que mais curto, desde a sua época de lançamento, mais precisamente do álbum de que leva o mesmo nome da canção de hoje, o magnífico Scoundrel Days, de 1986.
Esse concerto foi no Brasil, se não me engano, no Rock in Rio de 1991, considerado por muitos como o maior show da banda em todos os tempos e por outros, como o maior show que esse evento já teve, desde sua primeira edição, em 1985.
O vocal do Morten, mesmo depois de tanto tempo, ainda consegue impressionar muita gente nos tempos atuais.



Was that somebody screaming...
It wasn't me for sure
I lift my head up from uneasy pillows
Put my feet on the floor
Cut my wrist on a bad thought
And head for the door

Outside on the pavement
The dark makes no noise
I can feel the sweat on my lips
Leaking into my mouth
I'm heading out for the steep hills
They're leaving me no choice

And see... as our lives are in the making;
We believe through the lies and the hating
That love goes free

For want of an option
I run the wind 'round
I dream pictures of houses burning
Never knowing nothing else to do
With death comes the morning
Unannounced and new

Was it too much to ask for
To pull a little weight...
They forgive everything but greatness
These are scoundrel days
And I'm close to calling out their names
As pride hits my face

See...as our lives are in the making;
We believe through their lies and the hating
That love goes free through scoundrel days

I reach the edge of town
I've got blood in my hair
Their hands touch my body
Licking everywhere
But I know that I've made it
As I run into the air

And see... as our lives are in the making;
We believe through the lies and the hating
That love goes free
Through scoundrel days

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Neil Young & Paul McCartney - A Day in the Life

Fechando o dia, algo que ontem me fez chorar, como ha muito não havia acontecido, dentre tantas e tantas homenagens que assisti, para esta e outras canções do Fab Four.
Eu classificaria isto como sendo um encontro de dois Deuses da Música, dois daqueles que me fazem amar tanto essa vertente desta bela arte: Neil Young & Paul McCartney. Ambos sintonizados, esbanjando alegria e amor pelo que fazem, executando a canção que melhor considero como sendo a mais perfeita de todos os tempos.
É, eu confesso que chorei...



I read the news today oh boy
About a lucky man who made the grade
And though the news was rather sad
Well I just had to laugh
I saw the photograph

He blew his mind out in a car
He didn't notice that the lights had changed
A crowd of people stood and stared
They'd seen his face before
Nobody was really sure if he was from the House of Lords.

I saw a film today oh boy
The English Army had just won the war
A crowd of people turned away
But I just had a look
Having read the book, I'd love to turn you on...

Woke up, fell out of bed,
Dragged a comb across my head
Found my way downstairs and drank a cup,
And looking up I noticed I was late.

Found my coat and grabbed my hat
Made the bus in seconds flat
Found my way upstairs and had a smoke,
and somebody spoke and I went into a dream

I read the news today oh boy
Four thousand holes in Blackburn, Lancashire
And though the holes were rather small
They had to count them all
Now they know how many holes it takes to fill the Albert Hall.
I'd love to turn you on.

Jeff Beck - A Day in the Life

Hoje vos trago duas postagens, referentes à mesma canção, A Day in the Life, dos Beatles, que faz parte do maior álbum de todos os tempos, o Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, de 1967.
Nessa interpretação, Beck usa de toda sua sensibilidade e virtuosidade para emocionar com belos improvisos, em cima dessa maravilhosa canção, sem ferir a originalidade da mesma.
Confesso não conhecer muito dos trabalhos dele, mas admito que passei a respeitá-lo mais depois que vi e ouvi essa grandiosa homenagem.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Jeff Buckley - Lover, You Should've Come Over

Hoje vou atender a um pedido de um grande amigo, o Marcelo, que sugeriu que eu postasse algo desse californiano que, em tão poucos anos de carreira, conquistou fãs pelo Mundo inteiro: Jeff Buckley.
É um momento de estréia aqui no blog, pois jamais havia postado nada deste Californiano que teve um dos maiores vocais que o Mundo já viu...Sim, teve, literalmente, pois assim como tantos outros gênios, Jeff nos deixou, aos 30 anos de idade.
Suas virtuosidades, tanto vocais quanto instrumentais, são realmente arrepiantes, assim como sua capacidade em compor grandes obras, como esta que se encontra em seu primeiro disco, o belíssimo Grace, de 1994.
A música, ao que me consta, trata de um fim de relacionamento, então se torna ainda mais clara a interpretação dele nesse concerto em Chicago, no ano de 1995: orgástico.
Divirtam-se!



Looking out the door I see the rain fall upon the funeral mourners
Parading in a wake of sad relations as their shoes fill up with water
And maybe I'm too young
To keep good love from going wrong
But tonight you're on my mind so (you'll never know)

I'm broken down and hungry for your love
With no way to feed it
Where are you tonight? Child, you know how much I need it
Too young to hold on and too old to just break free and run

Sometimes a man gets carried away
When he feels like he should be having his fun
And much too blind to see the damage he's done
Sometimes a man must awake to find that, really,
He has no one...

So I'll wait for you... And I'll burn
Will I ever see your sweet return, oh, or will I ever learn
Lover, you should've come over
Cause it's not too late

Lonely is the room the bed is made
The open window lets the rain in
Burning in the corner is the only one who dreams he had you withhim
My body turns and yearns for a sleep that won't ever come

It's never over, my kingdom for a kiss upon her shoulder
It's never over, all my riches for her smiles when I sleep so soft against her...
It's never over, all my blood for the sweetness of her laughter
It's never over, she is the tear that hangs inside my soulforever

Maybe I'm just too young to keep good love from going wrong
Oh... Lover, you should've come over...
'Cause it's not too late...

Well I feel too young to hold on
And I'm much too old to break free and run
Too deaf, dumb, and blind to see the damage I've done
Sweet lover, you shouldve come over
Oh, love well I'm waiting for you

Lover, you should've come over